Amo-te, mas já não gosto de ti. Não gosto da pessoa que te tornas-te, ou, pelo menos, na que eu acabei por descobrir. Custa acreditar que todos os motivos que tinha para te amar fui eu que os inventei, e que tudo o que vi em ti não era mais do que o que eu sentia me fez ver. Não conhecia esta pessoa que te revelaste, e é por isso que não gosto de ti, mas ainda te amo.
Não consigo esquecer o que mudaste em mim, o que me fizeste sentir e o que vivemos. Não consigo, nem quero. Talvez já não sejas mais quem eu sempre pensei que fosses, mas ainda existes em mim. Tenho restos das tuas perfeições no imenso espaço que deixaste, agora vazio. Os vestígios que me restam chegam para não te esquecer, mas não são o suficiente para te relembrar.
Já não gosto de ti e, mesmo que ainda te ame, peço-te que não voltes. Fui eu que criei a pessoa que eras, que vi tudo o que não foste, por isso mesmo que me faças falta, tendo-me a mim, não preciso de ti.
~Phi
Não consigo esquecer o que mudaste em mim, o que me fizeste sentir e o que vivemos. Não consigo, nem quero. Talvez já não sejas mais quem eu sempre pensei que fosses, mas ainda existes em mim. Tenho restos das tuas perfeições no imenso espaço que deixaste, agora vazio. Os vestígios que me restam chegam para não te esquecer, mas não são o suficiente para te relembrar.
Já não gosto de ti e, mesmo que ainda te ame, peço-te que não voltes. Fui eu que criei a pessoa que eras, que vi tudo o que não foste, por isso mesmo que me faças falta, tendo-me a mim, não preciso de ti.
~Phi
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