Amo-te, mas já não gosto de ti. Não gosto da pessoa que te tornas-te, ou, pelo menos, na que eu acabei por descobrir. Custa acreditar que todos os motivos que tinha para te amar fui eu que os inventei, e que tudo o que vi em ti não era mais do que o que eu sentia me fez ver. Não conhecia esta pessoa que te revelaste, e é por isso que não gosto de ti, mas ainda te amo. Não consigo esquecer o que mudaste em mim, o que me fizeste sentir e o que vivemos. Não consigo, nem quero. Talvez já não sejas mais quem eu sempre pensei que fosses, mas ainda existes em mim. Tenho restos das tuas perfeições no imenso espaço que deixaste, agora vazio. Os vestígios que me restam chegam para não te esquecer, mas não são o suficiente para te relembrar. Já não gosto de ti e, mesmo que ainda te ame, peço-te que não voltes. Fui eu que criei a pessoa que eras, que vi tudo o que não foste, por isso mesmo que me faças falta, tendo-me a mim, não preciso de ti. ~Phi
As ideias, de onde elas vêm? A essa pergunta não podemos responder com toda a certeza, mas o que sabemos é que a ideia deste blog surgiu de uma brincadeira entre amigos, que desde sempre adoraram a escrita e que escrevem como passatempo. Não somos profissionais, mas a cada palavra, a cada frase, a cada parágrafo damos o nosso melhor (e/ou pior). Nem sempre é fácil, mas a vida também não o é, e quem corre por gosto não cansa. Escrever para nós não é obrigação, é um hobby feito com muita alma.